Google+ Badge

Pesquise no Blog

Hey voce

Não se esqueça de aceitar a Jesus se a caso você ainda não o fez. ***** Um abraço da Missionária Tania Brunello.***** Deus te abençoe grandemente!!
Ocorreu um erro neste gadget

Quem sou eu

1995, UM MOMENTO DE GRANDE DECISÃO EM MINHA VIDA, O ESPIRITO CONTRA A CARNE LUTAVAM CONTINUAMENTE, A DOR TOMAVA CONTA DA MINHA ALMA, A VOZ DE DEUS QUE FALAVA EM MEU CORAçAO CONTINUAMENTE... EU TE AMO... EU QUERIA ESTE AMOR MAIS DO QUE QUALQUER COISA, MAS NAO HAVIA FORçAS EM MIM SUFICIENTE PARA QUE EU DESSE O MEU SIM, FORAM MESES DE LUTAS E LAGRIMAS, MEUS DIAS SE CONSUMIAM DIANTE DO ALTAR DO SENHOR EM LAGRIMAS, EM UM DESESPERO E DESEJO DE LIBERTAçAO, EU PRECISAVA DESTE AMOR MAIS DO QUE QUALQUER OUTRA COISA NA VIDA, ENTAO PASSEI A AMA-LO COM TODAS AS FORçAS DO EU MEU SER, LI A SUA PALAVRA COMO QUEM LE UM LIVRO DE ROMANCE, E PUDE VER NAS PAGINAS MAIS SANGUINARIAS, O SEU CARATER AMOROSO, ENTAO ME PROSTAVA FACE EM TERRA E CHORAVA EM SEUS PèS, E DIZIA; SENHOR, EU NUNCA MAIS LONGE DE TI, ESTA CANçAO FALAVA EM MEU CORAçAO COM A VOZ DE DEUS E EXPRESSAVA O QUE EU ESTAVA SENTINDO NAQUELE PERIODO DIFICIL, E QUANDO EU MENOS ESPERAVA, A TAO SONHADA LIBERTAçAO VEIO PARA NUNCA MAIS ME DEIXAR, EM UMA TARDE DE DOMINGO, QDO EU NAO ESPERAVA, ELE VEIO EM MEU ENCONTRO, SUA GLORIA TAO REAL, PERFEITA, EU CAI A SEUS PèS, ELE TIROU AS VENDAS DOS MEUS OLHOS, E EU PUDE VER O QUAO SUJA EU ME ENCONTRAVA, EU PUDE TOCA-LO PELA PELA PRIMEIRA VEZ, E SENTI O SEU PERDAO INVADIR A MINHA VIDA, E ME LAVAR, ME RESSUSCITAR, DESDE TAL DIA EU VIVO PARA ADORA-LO, PARA AMA-LO, EU VIVO PARA VC JESUS AMADO, OBRIGADA SENHOR POR TAO GRANDE MILAGRE.

20/02/2008

Amigos e irmãos


Amigos e irmãos,Acabo de receber este e-mail da Dr. Damares, que é pastora e assessora do Dep. Henrique Afonso (PT-AC), e uma aliada na causa conta o infanticídio.
Ano passado foi a revista Veja falando sobre a Hakani e agora a Isto é falando sobre o Amalé. Aos poucos um assunto que era tabu está sendo enfrentado com coragem. Nessa reportagem o trabalho da ATINI é abordado abertamente pela mídia "secular". Esperamos que isso gere em cada um de nós uma responsabilidade ainda maior - precisamos continuar dando voz àqueles que não têm voz, e lutando pela causa das crianças destinadas à morte (Pv 31.8). Vamos orar para que com essa visibilidade, mais pessoas possam se juntar a nós e mais crianças possam ser salvas. Ao mesmo tempo temos que estar preparados para possíveis reações contrárias. Sabemos que essa batalha é acima de tudo espiritual. E você, que ora e apóia, é parte desse movimento.

Edson e Márcia Suzuki

Oi Gente, Saiu a matéria na Isto é sobre o Amalé.Seria uma grande matéria de capa, mas creio que houve uma espécie de censura. No entanto a matéria está muito boa.Sugiro que comecemos hoje uma MEGA campanha para que todos enviem à redação da Isto É, emails e cartas parabenizando pela matéria e pedindo mais informações, pedindo até mesmo mais detalhes sobre a Sheila, sobre Amalé ou dando algum outro dado.Fui informada pelo jornalista Hugo que, se houver a repercussão que ele espera, a matéria pode virar uma série de notícias.Vamos agora usar nossa força e fazer a maior mobilização que pudermos na internet para a Isto é continuar falando do tema. Assim estaremos ROMPENDO DE FATO O SILENCIO.Seria ótimo se os índios escrevessem para a Revista, por favor falem com o Henrique Terena para ele escrever e também o Eli Ticuna.Segue abaixo a matéria(vocês têm alguma dúvida que o Amalé é o menino mais lindo do mundo???? Olha a carinha malandra dele. A revista fez mais de 200 fotos vi algumas são lindas só publicaram esta, é uma pena)AbraçosDamares
Brasil



O garoto indio que foi enterrado vivoAmalé quase foi morto em nome dos costumes indígenas. E a Funai faz vista grossa ao infanticídio de algumas tribos
PRECOCE O pequeno Amalé sonha com uma mochila, mas tem consciência de seu dramaAmalé tem quatro anos. Como muitas outras crianças, na terçafeira 12 ele foi pela primeira vez à escola, em Brasília. Índio da etnia kamaiurá, de Mato Grosso, Amalé chamava a atenção dos demais garotos porque era o único que não usava uniforme nem carregava uma mochila nas costas. Mas Amalé se destaca dos demais por um motivo muito mais preocupante. O pequeno índio é, na verdade, um sobrevivente de sua própria história. Logo que nasceu, às 7 horas de 21 de novembro de 2003, ele foi enterrado vivo pela mãe, Kanui. Seguia-se, assim, um ritual determinado pelo código cultural dos kamaiurás, que manda enterrar vivo aqueles que são gerados por mães solteiras. Para assegurar que o destino de Amalé não fosse mudado, seus avós ainda pisotearam a cova. Ninguém ouviu sequer um choro. Duas horas depois da cerimônia, num gesto que desafiou toda a aldeia, sua tia Kamiru empenhou-se em desenterrar o bebê. Ela lembra que seus olhos e narinas sangravam muito e que o primeiro choro só aconteceu oito horas mais tarde. Os índios mais velhos acreditam que Amalé só escapou da morte porque naquele dia a terra da cova estava misturada a muitas folhas e gravetos, o que pode ter formado uma pequena bolha de ar.A dramática história desse pequeno índio é a face visível de uma realidade cruel, que se repete em muitas tribos espalhadas por todo o Brasil e que, muitas vezes, tem a conivência de funcionários da Funai, o organismo estatal que tem a missão de cuidar dos índios."Antes de desenterrar o Amalé, eu já tinha ouvido os gritos de três crianças debaixo da terra", relata Kamiru, hoje com 36 anos. "Tentei desenterrar todos eles, mas Amalé foi o único que não gritou e que escapou com vida", relata. A Funai esconde números e casos como este, mas os pesquisadores já detectaram a prática do infanticídio em pelo menos 13 etnias, como os ianomâmis, os tapirapés e os madihas. Só os ianomâmis, em 2004, mataram 98 crianças. Os kamaiurás, a tribo de Amalé e Kamiru, matam entre 20 e 30 por ano.Os motivos para o infanticídio variam de tribo para tribo, assim como variam os métodos usados para matar os pequenos. Além dos filhos de mães solteiras, também são condenados à morte os recém-nascidos portadores de deficiências físicas ou mentais. Gêmeos também podem ser sacrificados. Algumas etnias acreditam que um representa o bem e o outro o mal e, assim, por não saber quem é quem, eliminam os dois. Outras crêem que só os bichos podem ter mais de um filho de uma só vez. Há motivos mais fúteis, como casos de índios que mataram os que nasceram com simples manchas na pele – essas crianças, segundo eles, podem trazer maldição à tribo. Os rituais de execução consistem em enterrar vivos, afogar ou enforcar os bebês. Geralmente é a própria mãe quem deve executar a criança, embora haja casos em que pode ser auxiliada pelo pajé.Os próprios índios começam a se rebelar contra a barbárie. Neste momento, há pelo menos dez crianças indígenas em Brasília que foram condenadas à morte em suas aldeias. Fugiram com ajuda de religiosos e sobrevivem na capital graças a uma ONG, Atini, dirigida por missionários protestantes e apoiada por militantes católicos. A política oficial da Funai é enviar os exilados de volta à selva, mesmo que isso signifique colocar suas vidas em risco. "Não é verdade que entre os povos indígenas há mais violência e mais crueldade com seus infantes do que na população em geral", sustenta Aloysio Guapindaia, presidente em exercício da Funai, em resposta por escrito à ISTOÉ. "O tema, tratado de uma forma superficial, transparece preconceito em relação aos costumes dos povos indígenas", completa. Tem índio que não concorda. "Ninguém do governo nos ajuda a resolver o problema", queixa-se Kamiru, com o auxílio de um tradutor. A recompensa pelo seu gesto de desafiar os costumes de sua gente vem daquele que ela salvou. "Minha verdadeira mãe não é a minha mãe. Minha mãe é a Kamiru", diz o pequeno Amalé.Outra índia que ousou enfrentar a tradição foi Juraka, também kamaiurá, de uma aldeia próxima à de Amalé. Ela está refugiada com a filha, Sheila, nove anos, no abrigo ao lado da Granja do Torto. A menina faz tratamento no hospital Sarah Kubitschek. Nasceu com distrofia muscular progressiva, uma doença que a impossibilita de andar. A tribo descobriu o problema quando Sheila deveria estar dando os primeiros passos. A mãe fugiu antes de ser obrigada a aplicar a tradição. "Não gosto desse costume de enterrar a pessoa viva", diz Juraka, também com a ajuda do tradutor. No hospital os médicos disseram que não há nada a fazer. Sheila deverá passar a vida numa cadeira de rodas. "É a pessoa que mais amo no mundo, mais que meus outros filhos", diz Juraka. Mãe e filha já retornaram algumas vezes à tribo. Os índios passaram a respeitar a coragem de Juraka e já começam a aceitar Sheila."É um absurdo fechar os olhos para o genocídio infantil, sob qualquer pretexto", diz Edson Suzuki, diretor da ONG Atini. "Não se pode preservar uma cultura que vai contra a vida. Ter escravos negros também já foi um direito cultural", compara. Suzuki cria a garota Hakani, dos surwahás do Amazonas. Ela hoje tem 13 anos. A menina nasceu com dificuldades para caminhar. Os pais se recusaram a matá-la; preferiam o suicídio. O irmão mais velho, então com 15 anos, tentou abatê-la com golpes de facão no rosto, mas ela sobreviveu."O infanticídio é uma prática tradicional nociva", ataca a advogada Maíra Barreto, que pesquisa o genocídio indígena para uma tese de doutorado na Universidade de Salamanca, na Espanha. "E o pior é que a Funai está contagiada com esse relativismo cultural que coloca o genocídio como correto", ataca o deputado Henrique Afonso, do PT do Acre, autor de um projeto de lei que pune qualquer pessoa não índia que se omita de socorrer uma criança que possa ser morta.Longe da tribo, Amalé quer continuar a freqüentar a escola, mas exige uma mochila. Ele já fala bem o português e avisa que gosta muito de carros. Quer dirigir um quando crescer. "Vamos aprender muito mais com Amalé do que ele com a gente", diz a diretora da escola, Aline Carvalho.
"NÃO SE PODE PRESERVAR UMA CULTURA QUE VAI CONTRA A VIDA"
Edson Suzuki, diretor da ONG Atini] -- Edson e Márcia SuzukiATINI - VOZ PELA VIDAwww.vozpelavida.blogspot.com

...

A Crussificaçao de Cristo do ponto de vista medico.

A Crussificaçao de Cristo do ponto de vista medico.
Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus ... " Esta imagem ira te direcionar a um outro site, que eu recomendo, boa leitura".